Bacelar

Ramos de uma parreira em Mendoza, Argentina

Sobrenome toponímico português, com origem na Torre de Bacelar, em Valença, na província do Minho. A origem do topônimo vem de bacelo, “muda de videira”, do latim bacillum, diminutivo de baculus, “varinha” ou “pauzinho”. No brasão da família é representado um bacelo de duas varas.

O primeiro de que se tem notícia é Martim Afonso (de) Bacelar (ou Bacellar), fidalgo do rei dom Afonso IV (1291-1357) e que seria neto por linha bastarda do conde dom Martim Gil, alferes de dom Dinis (1261-1325) e ligado aos Riba de Vizela. Martim Afonso se casou com dona Sancha Vasques, com quem deixou os filhos que deram seguimento ao sobrenome.

No Brasil, o sobrenome chegou no século 16 com o português Afonso Rodrigues Bacelar (ca. 1508-94), provedor da fazenda e capitão-mor da capitania de Itamaracá (1560 e 1573). O nome de família também é difundido por meio de Luiz Carlos Pereira de Abreu Bacellar (1751-1812), conhecido como “Luiz Carlos da Serra Negra”, por ser proprietário da fazenda Serra Negra, em Oeiras, no Piauí. Filho homônimo de um capitão-mor de ordenanças no Maranhão, ele foi cavaleiro da Ordem de Cristo, coronel de milícias em 1796 e membro da junta de governo da província do Piauí em 1811.

Entre algumas personalidades com este sobrenome destacamos o poeta amazonense Luiz Bacellar (1928-2012).

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